
ela o chama de "meu bem".
E era pra ser só no feriado. Mas ainda estão.
Ela me conta, meio cantando meio sorrindo,
que ele não é tudo, mas é tanto!...
E não a enjoa.
Nem o gosto de cigarro,
nem o cheiro leve do passado,
nem a barba que arranha,
nem o cabelo enrolado.
Nem o jeito de falar arrastado,
nem a tristeza estranha,
nem a voz mansa,
nem se ressona quando é acalentado.
Nada nele lhe cansa.
Até a melancolia dele parece sorriso
e ela gosta de carregar no rosto.
E ela não palpita até quando vai durar.
Até que eles não possam mais com tanto peso,
tanto sentimento, tanto medo?
Ela não arrisca dizer datas. Nem ele.
Dizem que é pra ser até quando não for mais.
Esse texto foi um presente, mas não sei se ela vai querer os devidos créditos. Essa é minha forma de dizer obrigado.
E de anjo realmente, não tenho nem as asas...
Perdoe-me por isso.
Beijo em ti.
Saudade,
Raphael
Posso falar? Lindo, de morrer, de viver.
ResponderExcluirDo tipo que a gente olha e pensa: poxa, queria ter escrito isso.
;)
Gosto muito desse. Tem tanta história nele. Muita coisa pra guardar.
ResponderExcluirMas também gosto dos textos do Raphael, tá? Fica sentido comigo não... huahuaha
Gostei mesmo de tu ter postado. E a foto casou perfeitamente. Um dia vou guardar ele também lá na minha caixa.
Beijo e abraço em ti :)
"Até a melancolia dele parece sorriso"
ResponderExcluirCom certeza foi uma bela homenagem!
Gostei muito do texto... é delicado, é suave, é doce...
Gostei muito de outros que li por aqui tb!
;)
Ele não sabia quantos feriados aquilo ia durar...
ResponderExcluirMas uma coisa era certa; histórias de amor não duram muitos posts, e ele nunca quis que seus pés cruzassem o caminho de ninguém, sempre esteve só de passagem, sem qualquer esperança nos bolsos ou no coração.
Tinha tudo pra ser só mais uma história...
Mas não,
Ela o tocou a alma.
Lindo o comentário. Muito lindo. ;x
ResponderExcluir;****